sexta-feira, 14 de novembro de 2008

II CORTEJO AFRO

CONVITE
A Sociedade OMOLÀIYÉ convida toda a sociedade sergipana em especial o POVO DO AXÉ para o II CORTEJO AFRO. Acontecerá no dia 20 de novembro às 16:00h em comemoração ao dia da CONSCIÊNCIA NEGRA – 120 anos de abolição - com concentração à Rua Dom Bosco, esquina com Propriá – Bairro Cirurgia - Contamos com a presença de tod@s SOMOS MUITOS, SOMOS FORTES!

SOCIEDADE OMOLÀIYÉ NA II SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA



A Sociedade Omolàiyé participará da II SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA DA UNIVERSIDADE TIRADENTES.

CAMPUS FAROLÂNDIA - ARACAJU


PROGRAMAÇÃO
1ª Semana de Consciência Negra da Unit: Direitos Humanos x Racismo
Período 18 a 20/11/2007
Dia 18/11/2007
Local: Campus Aracaju Farolândia – Auditório do Bloco D
18h30: Abertura Oficial
Pronunciamento do magnífico reitor, professor Jouberto Uchôa de Mendonça
Pronunciamento do pró-reitor de extensão, Prof. Gilton Kennedy Souza Fraga
Apresentação Cultural: Grupo São Gonçalo/ Povoado Mussuca (Município de
Laranjeiras)
Conferência de Abertura: Reconhecimento, redistribuição e justiça: estratégias
para ações afirmativas. Prof. Fernando José Ferreira Aguiar/UFS
Dia 19/11/2007
Local: Campus Aracaju Farolândia
– Auditório do Bloco C
08h: Exibição de Filme: Tempo de Matar
08h - Exposição de Painéis
08h - Apresentação de trabalho Científico
– Auditório do Bloco D
14h: Palestra: Direitos Humanos – Prof. Carlos Cirino (Unit)
14h: Exposição do Curso de Serviço Social: “A representação da mulher negra no
mercado de trabalho” – alunos do 6º período do Curso de Serviço Social da Unit
15h: Exibição do documentário: Palmares (comentarista Profa. Kátia
Araújo/Serviço Social Unit)
– Auditório do Bloco C
19h – Exibição de Filme: Cidade de Deus
19h – Exposição: “Presenças Africanas em Sergipe”
- Profª Janaína Couvo T. Maia de Aguiar (Professora da UNIT/PROEAD)
- Campus Itabaiana
19h – Debate : Direito, atuação judicial e racismo
Prof. Ilzver de Matos Oliveira (Professor da Unit de Direito)
Dia 20/11/2007
Local: Campus Aracaju Farolândia
8h: Exposição de Painéis/Pesquisa
Local: Minishopping
– Auditório do Bloco C
8h: Apresentação de trabalho científico
8h: Exibição de filme: Em Minha Terra
– Auditório do Bloco D
14h: Mesa-redonda: Direitos humanos x Saúde da população negra
Debatedores:
- Carlos Adriano Almeida (Coordenador da Política de Atenção à Saúde da
População Negra do Estado de Sergipe)
- Elizano de Assis – Anemia Falciforme (Professor da Unit de Enfermagem)
- Miraci Correia – Números das desigualdades: acesso de negros nos serviços de
saúde (Professora da Unit de Serviço Social e Membro do Grupo de Estudos e
Pesquisa de Saúde e Etnicidade)
- Marita Gomes: Inclusão do quesito cor nos formulários de cadastro do Sistema
de Informação em Saúde (Odontóloga/ Grupo de Estudos e Pesquisa de Saúde e
Etnicidade)
– Auditório do Bloco C
14h - Exibição de filme: Quase Deuses
19h - Exibição de filme: No Balanço do Amor
– Auditório do Bloco D
19h – Palestra: Diversidade Cultural afro-brasileira em sala de aula: desafios e
possibilidades
- Profª Janaína Couvo T Maia de Aguiar (Professora da UNIT/PROEAD

CAMPUS ITABAIANA


II Semana da Consciência Negra
Campus Itabaiana
Programação
18/11/2008 (terça-feira)
• Religiões de Matriz Africana: Reflexões Sociológicas
o Mesa redonda com Kátia Araújo (UNIT) e Martha Sales(Movimento Negro)
19/11/2008 (quarta-feira)
• Apresentação Cultural
• Direito, Atuação Judicial e Racismo
o Mesa redonda com Ilzver de Matos (UNIT) e Jeane Rodrigues (UVA)
20/11/2008 (quinta-feira)
• Cine Afro: Exibição de Filme “Quase Deuses”
o Debate

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

PARTICIPE DA NOSSA ENQUETE NO FINAL DA PÁGINA

QUAL A MAIOR CONQUISTA DO POVO NEGRO EM 2008??

SOCIEDADE OMOLÀIYÉ FOI ELEITA DELEGADA PARA A 11ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS

A 11ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos (11ª CNDH), com o lema “Democracia, Desenvolvimento e Direitos Humanos: Superando as Desigualdades”, tem como objetivo principal a revisão e atualização do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH), num processo pautado pela interação democrática entre o governo e a sociedade civil. A 11ª CNDH será realizada no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, entre os dias 15 e 18 de dezembro de 2008, ano marcado por amplo debate na área dos direitos humanos no Brasil.
Sob coordenação tripartite da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR), da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM) e do Fórum de Entidades Nacionais de Direitos Humanos (FENDH), a 11ª CNDH foi precedida de conferências estaduais e distrital, etapa que se encerrou em 17 de setembro e foi organizada por comissões estaduais e distrital paritárias, com integrantes do Poder Público e da sociedade civil, reunindo aproximadamente 14 mil participantes.
O diferencial desta edição é a abordagem dos direitos humanos em torno da sua universalidade, interdependência e indivisibilidade, tratando de forma mais coesa, associada e integrada as múltiplas dimensões destes direitos, quer sejam os direitos civis e políticos, bem como os econômicos, sociais, culturais e ambientais. A metodologia a ser utilizada para as discussões será baseada num conjunto de eixos orientadores, por meio de um enfoque transversal e integrado.
Eixos orientadores
- Universalizar direitos em um contexto de desigualdades;
- Violência, segurança pública e acesso à justiça;
- Pacto federativo e responsabilidades dos três Poderes, do Ministério Público e da Defensoria Pública;
- Educação e cultura em direitos humanos;
- Interação democrática entre Estado e sociedade Civil;
- Desenvolvimento e direitos humanos;
- Direito à memória e à verdade.
É tempo de avaliar e legitimar prioridades, de conhecer e reconhecer novos e tradicionais agentes atuantes nos direitos humanos, assim como incluir no debate aqueles pertencentes a grupos historicamente sujeitos a violações de direitos. A 11ª CNDH é um fórum privilegiado de interação entre esses atores e os atuais espaços de participação democrática e monitoramento da política nacional dos direitos humanos no país.
Participe!!



Entre 15 e 16 de setembro de 2008, no Hotel Parque dos Coqueiros, Aracaju-SE, Estado do Sergipe realizou sua 2ª Conferência Estadual dos Direitos Humanos nos dias 15 e 16 de setembro, no hotel Parque dos Coqueiros, em Aracajú. Foram eleitos 25 delegados para comparecerem à 11ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos, sendo 17 representantes da sociedade civil e 08 representantes do poder público e contou com aproximadamente 200 participantes.
A Sociedade Omolàiyé foi eleita delegada para a 11ª Conferência Nacional de Direitos Humanos que ocorrerá de 15 a 18 de dezembro de 2008 em Brasília.


SOCIEDADE OMOLÀIYÉ NO FORJUNE

Sociedade Omolàiyé, Secretaria do Trabalho, juventude e políticas Sociais ( Renato Brandão), CEJU ( Saulo), COPPIR (Pedro Neto), Vereadora Rosângela Santana, Dep. Conceição Vieira no lançamento do FORJUNE 2008- Fórum Estadual de Juventude Negra no Centro de Criatividade Gov. João Alves Filho.
Rejane Santana, Sônia Oliveira (Omolàiyé) e Juliana na escolha de Delegados e nas deliberações do FORJUNE 2008.




segunda-feira, 3 de novembro de 2008

CAMINHADA EM DEFESA DA LIBERDADE RELIGIOSA - RIO DE JANEIRO

Caminhada pela liberdade religiosa em setembro de 2008 no Rio de Janeiro


O Ilê Axé Oloiyá Tassitaô, Ilê Axé Omin Mafé, Ilê Axé Dematá N'sahara e a Sociedade Omolàiyé representaram Sergipe na Caminhada em defesa da liberdade religiosa em setembro/2008 no Rio de Janeiro.


Art. 208,parágrafo único, do Código Penal, pune atos de intolerância religiosa, como a perturbação dos cultos e liturgias.











terça-feira, 8 de julho de 2008

SOCIEDADE OMOLÀIYÉ NO I CORTEJO AFRO




I Cortejo Afro
Realização: Sociedade OMOLÀIYÉ
Quilombo
Abaçá Santo Expedito
Ilê Axé Ojômim Ni Sahara

Dia: 20 de novembro de 2007
Local: Ruas do Bairro Cirurgia

I CAMINHADA EM DEFESA DA LIBERDADE RELIGIOSA

I CAMINHADA EM DEFESA DA LIBERDADE RELIGIOSA
  

DATA: 21/SETEMBRO

HORA: 9H (CONCENTRAÇÃO)

LOCAL: PRAIA DO LEME


 
A Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, formada por instituições da sociedade civil e religiosos, está organizando a I caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, no dia 21 de setembro, com concentração às 9h, na praia do Leme. A caminhada seguirá em direção a praia de Copacabana. 
 
Quem quiser inscrever sua casa ou templo para participar da Caminhada poderá entrar em contato através do e-mail: caminhada.liberdadereligiosa@hotmail.com, ou através das instituições da Comissão de Combate à Intolerância religiosa. Ou ainda pelos telefones: (21) 22420961 / 22733749. 

O objetivo da I Caminhada é chamar atenção da sociedade e das autoridades para a incitação ao ódio religioso contra as chamadas minorias religiosas e étnicas. 

A Comissão de Combate á Intolerância Religiosa é formada pelas seguintes instituições:CEAP, CEUB, CETRAB, CIAFRO, IRMAFRO, CNEN, CEN, AMAR-RJ, CEDINE, CESJB, CASA BRASILEIRA, ILÈ ASÉ OSALUFAN, MIR/ISER, CENTRO ESPÍRITA OGUNMEGÉ, entre outros. 
  

Mais informações:

Rosiane Rodrigues / Lysandra Moura / Márcio Gualberto

Tel: (21) 22420961 / 8191.3629 / 9242.6091 / 9905.5856

 

terça-feira, 1 de julho de 2008

A Sociedade Omolàiyé está participando da organização do lançamento do FORJUNE - Fórum da Juventude Negra de Sergipe




Omolàiyé no SERECOREMA




Omoláiyé no SERECOREMA, Seminário Regional das Comunidades das Religioões de Matriz Africana, 2007, em Natal/RN

Sociedade Omolàiyé no I Encontro de Afro-religiosos da Barra dos Coqueiros







I Encontro de Afro-religiosos da Barra dos Coqueiros/Se em maio de 2008. Realização da Prefeitura da Barra dos Coqueiros, Sociedade Omolàiyé e Ilê Axé Xangô Airá. Discussão acerca da organização e institucionalização dos templos de Religiões Afro-brasileiras do Município, como também das Políticas Públicas voltadas para essas comunidades.

Participação da Sociedade Omolàiyé no ENJUNE-2007


Participação da Sociedade Omolàiyé na organização do ENJUNE - Encontro da Juventude Negra em Sergipe, em 2007.
O racismo, como parte dos eixos estruturantes dos padrões de desigualdade na América Latina, principalmente se considerarmos as desigualdades sócio-raciais, não apenas discrimina e oprime a maioria da população do Brasil, como também mata. Expulsos do mercado de trabalho, impedidos de freqüentar os bancos escolares e vivendo em áreas sem condições dignas de vida ou opções de lazer,os jovens negros são vítimas preferenciais da violência que tem assolado o país. Um verdadeiro extermínio da população negra que começa, contudo, muito antes de jovens negros conseguirem atingir a adolescência.
Crescendo em um ambiente cercado pela miséria, a falta de oportunidades e perspectivas, as chances de que essas crianças sejam tragadas pela violência são muito maiores, violência essa que marca a degenaração das relações sociais no mundo atual e que no sentido daquela praticada contra jovens negros ou mesmo a população em geral, só terá um fim quando derrubarmos o sistema que a alimenta e que dela se beneficia : O RACISMO, INSTITUCIONAL, AMBIENTAL, A FALTA DE EDUCAÇÂO E DE EQUIDADE.

Sergipe apresenta um percentual de 75% de jovens afro-descendentes, o que representa um número significativo da sua população, e foi visando o fortalecimento dos ideais e perspectivas mercadológicas, políticas, sociais e culturais desta parcela da juventude sergipana, que os jovens negros e negras de Sergipe estiveram presentes para a construção do Encontro Nacional de Juventude Negra, o ENJUNE , como parte de toda a mobilização nacional de jovens negros e negras que já vem sendo articulada em vários estados do País.
A organização do Encontro possuía um perfil afro-centrado, supra partidário e sem vínculos religiosos. Sua construção se deu de forma coletiva, contemplando os diferentes perfis de juventude e as particularidades de cada região, apontando para uma organização heterogênea, e manteve sua autonomia enquanto juventude. Acreditamos, que,enquanto juventude organizada, houve a possibilidade de construção de metas dessa mesma juventude com uma plataforma única, que acabou possibilitando um novo papel, permitindo a abordagem de diversas questões que contribuirão neste novo panorama social dentro do contexto étnico/racial.
As dificuldades para chegarmos a construir esse encontro foram sendo dissipadas pelo caminho na medida em que tínhamos a consciência da necessidade de reunir os nossos jovens negros e negras para estarem fazendo uma leitura mais cuidadosa da realidade brasileira e fazê-los compreender o desafio que se impõe diante deles para a construção de ações políticas que visem a justiça social e racial.
Assim chegamos ao ENJUNE/ Sergipe que oportunizou, a partir da discussão dos eixos temáticos propostos, a contribuição desses jovens atores na formulação de uma agenda política que também priorize suas reais necessidades.
Agradecemos a colaboração de todas as pessoas que com certeza irão contribuir para o sucesso de mais essa etapa na luta por um Sergipe e um Brasil cada vez mais igualitário.

Fundação da Sociedade Omolàiyé


SOCIEDADE OMOLÀIYÉ - Lançamento com a presença do Professor Doutor Valdemir Zamparoni/UFBA e da Deputada Conceição Vieira em maio de 2007.

A SOCIEDADE OMOLÀIYÉ


OMOLÀIYÉ – Filhos da Terra. Terra , morada dos homens que deve ser preservada, fertilizada e cultivada para que a vida não pereça, para que o mundo não se acabe.
O “Omolàiyé” (Sociedade de Estudos Étnicos, Políticos, Sociais e Culturais) é uma instituição da sociedade civil organizada e tem por finalidade os estudos e pesquisas alternativas com o objetivo de elevar o conhecimento sobre a cultura afro-descendente e levar tais informações às comunidades interessadas, assim como a defesa, preservação e conservação do patrimônio histórico e cultural do meio ambiente e promoção do desenvolvimento sustentável. Visa ainda promoção do desenvolvimento sócio-cultural, da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, do voluntariado, da democracia e de outros valores universais. Além dessas e outras ações, visa também desenvolver estudos políticos de orientação e que promovam a conscientização das comunidades interessadas. No campo de atuação da instituição serão priorizadas as demandas relativas às comunidades de afro-religiosos no Estado (no sentido das Religiões de Matriz Africana) dentro das perspectivas abordadas em nosso Estatuto e que já foram aqui citadas.
Estivemos por um ano no processo de amadurecimento de nossa instituição, um amadurecimento lento e criterioso. Encontramos dificuldades e elas haverão de serem muitas ainda, mas talvez a maior delas até aqui foi compor de fato o “Omolàiyé”. Precisávamos formar um grupo coeso, não pensando da mesma forma, mas interligado, cooperante, ativo, que com maturidade e responsabilidade social tivesse o mesmo objetivo coletivo da produção do bem comum. Um grupo que, como disse KABENGUELE MUNANGA, compreendesse o valor da solidariedade como palavra chave do que chamamos de identidade. Identidade de gênero humano, identidade dos vários grupos que são vítimas de discriminação.
Desta forma, aqui estamos nós, mais uma Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos. Acreditamos nessa boa idéia e nos propomos a fortalecê-la atendendo aos mecanismos legais de visibilidade, transparência e controle públicos, nos colocando à disposição da sociedade que saberá e deverá separar o joio do trigo, como sempre bem o fez.
Nossas origens, etnias, memória estão enraizadas na multiplicidade da herança negro-africana que em sua expansão permite revelar estruturas, valores, normas, denominadores comuns que se expressam na diversidade manifestada – nagô, jeje, angola, congo, etc. , em que a questão da ancestralidade é o ponto chave da existência de uma comunalidade. Assim pensa o “Omolàiyé” e nesse pensamento serão pautadas as suas ações, para além de nossos muros fronteiriços.
A terra é uma força que vem completar, com o elemento água, a composição do planeta, possibilitando (com os outros elementos essenciais: fogo e ar) a criação e manutenção da vida humana.
“A terra não pertence ao homem,
O homem pertence à terra
Todas as coisas estão ligadas
O homem não teceu a rede da vida
É apenas um dos fios dela
O que quer que ele faça à rede, estará fazendo a si mesmo”
(Extraído do Livro “ Candomblé, a panela do segredo” do Babalorixá Cido de Oxum).